Câmara analisa MP que altera estrutura de cargos em comissão do Poder
Executivo
A Câmara
dos Deputados começou a sessão deliberativa remota e analisa agora a Medida
Provisória 1042/21, que reformula a estrutura de cargos em comissão e funções
de confiança no âmbito do Poder Executivo, autarquias e fundações.
O texto
transforma os cargos em comissão do grupo Direção e Assessoramento (DAS) em
Cargos Comissionados Executivos (CCE). Esses cargos podem ser ocupados tanto
por servidores efetivos como por qualquer pessoa que preencha requisitos gerais
de acesso em livre nomeação, como idoneidade moral, perfil profissional ou
formação acadêmica compatível e ficha limpa (não ser inelegível).
Segundo o
parecer preliminar do relator, deputado Acácio Favacho (Pros-AP), um decreto
definirá os modelos de perfil profissional, critérios e procedimentos gerais a
seguir para a ocupação dos CCE e das FCE, com estímulos à gestão por
competências.
Para isso,
os órgãos e as entidades do Executivo federal deverão incluir em seus planos de
capacitação ações para habilitar seus servidores a ocuparem esses cargos e
funções. Nos critérios de preenchimento, poderá ser considerada a conclusão,
com aproveitamento, de cursos de formação e aperfeiçoamento voltados ao
exercício de cargos públicos.
A
transformação das funções deverá ocorrer sem aumento de despesa. Segundo o
governo, a intenção é enxugar a grande quantidade de espécies de funções que
existem na administração, unificando-as nesses dois tipos.
Até 31 de
março de 2023, os órgãos terão de revisar suas estruturas com base nos dois
tipos criados, sem aumentar despesas. Autarquias e fundações públicas terão até
31 de outubro de 2022 para fazer isso.
Mais
informações em instantes
Reportagem
– Eduardo Piovesan
Edição – Pierre Triboli
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