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Presidente do STJ afirma que violência
contra a mulher é mácula mundial Conteúdo
da Página Em discurso na abertura da 15ª Jornada da Lei Maria da Penha, o
presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Conselho da Justiça
Federal (CJF), ministro Humberto Martins, declarou que a violência contra as
mulheres é um problema de saúde pública mundial. Martins participou nesta terça-feira (10) da cerimônia de início dos
trabalhos da edição 2021 da Jornada da Lei Maria da Penha, evento
anual organizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para promover
debates sobre a violência doméstica, por ocasião do aniversário da sanção da Lei 11.340
– ocorrida em 7 de agosto de 2006. Leia também: Violência
doméstica: 15 interpretações que reforçaram a proteção da mulher em 15 anos
da Lei Maria da Penha Por videoconferência, o presidente do STJ exortou os poderes da
República, as instituições democráticas e a sociedade brasileira a unirem
esforços no enfrentamento de todas as formas de violência contra a mulher. "Estamos de olhos bem abertos e de mãos dadas para combater os
infratores. Com coragem cívica, vamos enfrentar todos os que violarem os
direitos das mulheres, com a aplicação de penas severas", enfatizou o
ministro. Violência doméstica piora na pandemia Anfitriã do evento, a presidente da Comissão Permanente de Políticas
de Prevenção às Vítimas de Violências, Testemunhas e de Vulneráveis do CNJ,
conselheira Tânia Reckziegel, alertou para os impactos da pandemia da
Covid-19 na situação da violência de gênero no país. Ela afirmou que houve um
aumento no número de feminicídios. Na mesma linha, a ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST)
Delaíde Miranda Arantes ressaltou que o agravamento da violência doméstica no
contexto da pandemia ocorre em meio ao recrudescimento da pobreza e da
desigualdade social. Também presente à abertura, a ministra Maria Elizabeth Rocha,
ex-presidente do Superior Tribunal Militar (STM), classificou a aprovação da
Lei Maria da Penha como um importante passo na luta pela
"universalização da cidadania", mas ressalvou que muitos avanços
ainda são necessários para a superação da violência de gênero. |
FONTE: STJ
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